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| 18/10/2009 |
fechado
Escrito por mario cezar às 17h21
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| 14/10/2009 |
tantas palavras. qual é mesmo a serventia? poesia, rumor do homem (de alma penada)
Escrito por mario cezar às 10h45
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| 09/10/2009 |
anos 80. na paisagem brasil, o ronco do sal, inóspito. o pouso dos monturos da ditadura militar. o carnegão da truculência, da desdita e Eu, jovem. ainda magro, de tanta insônia. pobre alma penada. trôpego de sofrer, sem fim. macambúzio. encostado nos oitãos, sob o ranger do vento aracati. Eu, jovem, de olhar cariado. quase mudo, puído, desde a primeira aurora. ali, no sertão dos icós descobri pablo neruda:
e que que importância tenho eu no tribunal do esquecimento?
como se chama a flor que voa de pássaro em pássaro?
que significa persistir chegado o beco da morte? e que devo dizer aos cravos agradecendo-lhes o perfume?
em que janela fiquei olhando o tempo sepultado?
posso perguntar ao meu livro se é verdade que o escrevi?
Escrito por mario cezar às 22h12
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| 08/10/2009 |
desGOSTO de fÊMea
entre as pernas, poço úmido, a longa espera
Escrito por mario cezar às 19h05
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| 05/10/2009 |
sobre PEDro OsMAr,
quando nos encontramos na ribeira dos icós tomou uma cajuína e disse: meu amigo mário, trago da paraíba um envelope contra a lepra do latifúndio amotinada em teu município. (respondi com a cuia de fava) pedro osmar, no canto de tua boca cabe a viola de madeira postergada cabe o grude nos olhos cabe o bagaço dos cabelos cabe o fôlego do povo cabe o lirismo dos peixes cabe a mansidão da lua cabe a força do rosário cabe o berro da paixão
Escrito por mario cezar às 21h48
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| 02/10/2009 |
o corpo. rastro de fome nenhuma reza alcança seus abismos (de pus) o corpo só alcançou a infância
Escrito por mario cezar às 12h57
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| 28/09/2009 |
de couRAÇas
mouco, de nascença e o beijo trancado no fundo do medo. é próprio do homem
a ilusão, o escombro, o desconjuro. não adiante luzir com palavras.
Escrito por mario cezar às 13h55
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| 24/09/2009 |
de almas trincadas
como enganar a verdade das feridas?
Escrito por mario cezar às 09h48
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| 19/09/2009 |
vertiGEM
tua boca é fresta morna. repleta de pássaros iludidos
Escrito por mario cezar às 10h08
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| 16/09/2009 |
qual ventania
tua boca redime o alvorecer da solidão. enredo para esta carne, quase mouca. teu peito é o prelúdio da chuva. eis porque acato teu murmúrio. (viu), morena ungida no orvalho das laranjas
teu nome é um poema ou quem sabe o suspiro da flor desatada.
Escrito por mario cezar às 10h59
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| 11/09/2009 |
flores colhidas no deserto. raras. infatigáveis.
Escrito por mario cezar às 09h53
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| 06/09/2009 |
GUINga
aqui estou , sob a bença de tua música. de teus discos de raio cilibrina. cada acorde, em procissão de luz, é atalho de juritis, é grota de perfume líquido. escuto cine baronesa e florins de avencas atravessam a tarde. tua música é instrumental de oceanos.
Escrito por mario cezar às 19h57
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| 02/09/2009 |
desaVENçA
na solidão, o chão é mínimo.
Escrito por mario cezar às 11h00
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| 29/08/2009 |
no sertão,a palavra que nomeia acordos espúrios é: conluio, macomunado, furibundo, catrevagem. e ocorre com a mídia reinante.veja,folha, estadão, globo e outros tantos, a reboque. feito parideira. agora a tv cultura, sob a batuta do sr. paulo markun atrelando a emissora a interesses partidários (transformaram a ex-bela emissora em veículo do comércio-mercantilista). são as capitanias hereditárias. são os feudos interesseiros. o lastro de famílias: marinho, civita, frias, mesquitas. são os impérios, a sanha do lucro-morte. do gozo perverso. malsã e venenoso. é o engodo. é a mentira descarada.ribanceira goela abaixo. folha de são paulo: (com vários colunistas pagos para achincalhar o governo e a pessoa-operário Luiz Inácio Lula da Silva) era assinante do jornal,apenas fins de semana e cujo débito , via conta bancária, aumentou significativamente e a empresa-frias não me comunicou. só percebi o destrambelho, ao verificar extratos bancários. ainda a respeito da folha, eis: o caderno de cultura denominado de
ilustrada (quarta-feira, 26-09-2009) página 01: enorme propaganda da empresa (de moda)morena rosa: página 03: metade da página com a empresa claro(telefone); página 04: propaganda de livros da publifolha, mais aviso do credicar hall; página 05: parte da página com propaganda da uol. e anúncios do citibank hall; página 06-07: ocupada pela propaganda do morumbi shopping; página 08: metade da página, propaganda do grupo folha(auto-propaganda); página 13: metade da página, propaganda de livros de museus; página 14: toda página ocupada pela submarino (venda de livros)
Escrito por mario cezar às 09h10
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| 27/08/2009 |
da série: como despir uma jade
teu sexo é facho no deserto da boca
Escrito por mario cezar às 09h52
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