a palavra range. estala no tronco da aroeira; a palavra esvoaça.crepúsculo, entre frestas. então pergunto por ti, tutti, mulher de prece violar-violeta. comunhão em lastro de jasmins. tua infância de caracois. saber ana peluso, de morna palavra andarilha, sobre o alpendre, destelhado, tem o arredio, no fundo da carne. aqui, digo com os ossos acanhados, idelber avelar é gume de pedra, rasante.para além das catrevagens , que nos funda-afunda . é próprio de moacy cirne , categoria de açudes. sabe das ribanceiras do seridó, dos aceiros onde grota a beleza. homem-antena. guarida palavras ancestrais; márcia maia espreita o mormaço, onde a rama da romã desdiz a pior mentira; silene de acalantos. atalho onde o trigo crepita. frescor de girmuns. colombina incendiária, feito sinfônica da aurora boreal;quanto a tocaia da paraíba zabumba de reboco. repente eletrônico entre os lajedos da paraíba. elinaldo homem-clarão com modos de jiqui. sabe o prumo do pife lau siqueira teu coração é cacimba de cristais. tua palavra guarnece. tua revolta-sonora é adjutório.sim, cadê pedro osmar(?), mestre de caçuar-estocada. andarilho de cantatas indomáveis. signagem-aura. rebento do jaguaribe carne, (em ti)encontro o teor das colméias. quanto a tessitura de leiluka, disse outrora, que a boca descende do mar. o sarau da cooperifa, esta sonata de vento, coral repartido em becos de piçarra crua. sim, mariza lourenço tua palavra andaluz em gestos de perfume, líquido. ah! carlos emílio teu enredo é parte do relâmpago, facho de pedra-gume. teu canto-certeiro feito baladeira-bote. tua luta, tão rente-repente, para além dos muros . teu canto-dragão. renitência de mandacaru. tua palavra, além-jeriococoara sanfona os dias
Escrito por mario cezar às 12h04
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